sexta-feira, 22 de abril de 2011

Características encontradas?


Um rosto barbado onde quase ficam perdidas as expressões, ou se intensificam.

Expressão de drogado onde os olhos murchos, ou grandes como bolas de gude, lhe penetram o corpo.

Um ar decidido e paradoxalmente perdido.

E um coração de poeta, de poeta intenso... Daqueles que se perdem no meio das frases, mas se calam na intensidade do sentir.

Ah, e o sexo... O fazia como se sua vida estivesse prestes a se esvair naquela dureza toda.

domingo, 10 de abril de 2011

Eu sou.



Essa noite eu tive um sonho... Sonhei que segurava um Japamala (contas budistas) e em cada conta eu dizia a seguinte prece: "Eu sou a divindade que há em mim". E perguntava a mim mesma: mas a prece é só isso? E eu respondia: Só! Precisa de mais?

sábado, 5 de março de 2011

Infinitamente nada.



Não sei escrever poesia, talvez só saiba poetizar um pouco alguns desabafos egóicos.

Ultimamente, não consigo mais usar minhas palavras como lanternas, como guias quando me perco.
Acho que pouco sei, acho que esqueço, que "desaprendo".
Acho que, agora, sei infinitamente nada.
Há tanta, tanta contradição em meu ser, que a cada dia me perco um pouco mais em mim, em minha existência, em meus gostos e contragostos.